ESTE BLOG TEM A INTENÇÃO DE COMPARTILHAR O CURSO DE INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO DIGITAL ATRAVES DE TEXTOS RELACIONADOS A INFORMATICA NA EDUCAÇÃO, APRESENTAÇÕES DE ATIVIDADES, RELATORIOS DE AULAS, PLANOS DE AULAS, E MUITO MAIS...

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

WEBQUEST


Curso: Tecnologias na Educação – Ensinando e Aprendendo com as TICs
Tema: Unidade 1
Subtema: Atividade 1.6 – Webquest projeto de aprendizagem
Cursista: Cláudia Clever Matias do Val
Formadora: Lourdes Misael


         Fiquei fascinada por esta surpreendente atividade didática para trabalhar com meus alunos do Ensino Fundamental, claro que tenho muito trabalho pela frente até que eu possa realmente fazer uso dessa ferramenta que estimula a aprendizagem significativa e de uma forma tão inovadora.
         Enfim vejo que a educação começa a caminhar para a modernidade tecnológica, começa a deixar o quadro e o giz de lado e fazer uso da tecnologia a seu favor.
         Leiam abaixo um artigo sobre a Webquest (você encontrara muito mais no site http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=233) e veja o tanto que é estimulante!!!!

O QUE É UMA WEBQUEST?

A WebQuest é uma atividade didática para os ensinos Fundamental, Médio e Superior para incluir nas aulas a Internet, em especial a busca de informação na Rede. Pode desenvolver o pensamento reflexivo e crítico dos alunos, como também estimular a sua criatividade.
O principal objetivo da WebQuest é desenvolver a pesquisa dos alunos em sites da Internet com critérios e perguntas especificadas pelos professores. A busca pode ser realizada em grupos ou individualmente, conforme o tempo disponível, o tema curricular abordado e a idade dos alunos.  Contudo, é importante ressaltar que apresenta melhores resultados se realizada em grupos.
Pelas WebQuests, propõem-se aos alunos a resolução de um determinado problema e, ao finalizar a tarefa, eles expõem de algum modo suas conclusões. Os estudantes simulam um papel, por exemplo, ser jornalista para investigar a crise energética que afeta uma região.
Desse modo, as WebQuests utilizam problemas ou situações do mundo real e tarefas autênticas para despertar o interesse dos alunos. Sua base teórica é construtivista, o que permite aos alunos transformar a informação e compreendê-la. Suas estratégias de aprendizagem colaborativa ajudam os estudantes a desenvolver habilidades e a contribuir com o produto final do grupo, que pode ser uma produção escrita, oral ou eletrônica, uma obra teatral, um jornal escolar e um material de divulgação, entre outros.

Podemos distinguir seis elementos em uma Webquest:

Introdução: apresenta as informações básicas aos alunos, orientando-os sobre o que vão encontrar na atividade proposta. Além disso, tem como objetivo despertar o interesse deles para realizar o trabalho, isto é, motivá-los para começar.

Tarefa: descreve o que os alunos deverão elaborar ao finalizar o trabalho. Os projetos podem ser uma página Web, uma apresentação em PowerPoint ou uma exposição oral do tema trabalhado (de acordo com o que o professor planejou).

Processo: especifica os passos que os alunos devem fazer para concretização da tarefa, incluindo orientações sobre como subdividir as tarefas, detalhes dos papéis que podem assumir cada um dos alunos e estratégias de trabalho.

Recursos: disponibiliza aos alunos uma lista de sites Web a serem consultados para a realização do trabalho. Previamente, o professor tem que verificar se esses sites são confiáveis e estão atualizados de acordo com o tema em questão. Essa seleção de sites facilita a navegação pela rede e evita desvios do tema central. Podem ser incluídos outros recursos que não sejam da Internet.

Avaliação: nessa parte, são explicados os critérios que serão utilizados na avaliação do trabalho.

Conclusão: corresponde à finalização da atividade. Apresenta um resumo que leva à reflexão da atividade para reconhecer o que foi aprendido.

Orientações para construção de uma WebQuest  

A proposta de trabalho de uma WebQuest implica certas considerações por parte dos professores para a sua construção:

Tempo 
- Qual é o tempo que podemos dedicar para atividade?
- Quanto tempo estimamos para cada etapa da atividade?

Recursos 
- Dispomos de computadores necessários na escola?
- Possuímos conexão com Internet?
- Os alunos possuem computadores em suas casas?
Participantes
- Qual a idade dos alunos? Quantos são? 
Organização
- É mais proveitoso que o trabalho seja realizado individualmente ou em grupo?
- Qual será o número de integrantes de cada grupo?

Temática
- Que tema do currículo queremos ensinar?
- Trabalhamos só com conteúdos de nossa disciplina ou realizaremos um trabalho interdisciplinar?

Atividade
- Construíremos essa atividade para: dar início a um novo tema, avaliar o progresso dos estudantes na aprendizagem de um tema já apresentado ou articular uma seqüência de conteúdos que trabalhamos?

Informação
- Na seleção do material para os alunos trabalharem, levamos em conta os critérios de validação de informação da Web?

Exposição
De que maneira queremos que, na finalização da atividade, os estudantes apresentem seus aprendizados?

Existem várias WebQuest já construídas na Web, e você também pode construir a sua. Confira algumas sugestões de sites sobre WebQuest:

Webquest Aprendendo na Internet
http://www.webquest.futuro.usp.br

Senac Webquest
http://webquest.sp.senac.br

Uma webquest sobre webquest
http://www.vivenciapedagogica.com.br/webquest/equipe

Wikipédia – Webquest
http://pt.wikipedia.org/wiki/webquest

PHP Webquest - ferramenta para criar WebQuest
http://www.livre.escolabr.com/ferramentas/wq/index.php


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

MAPA CONCEITUAL

Curso: Tecnologias na Educação – Ensinando e Aprendendo com as TICs
Tema: Unidade 1
Subtema: Atividade 1.5 – Mapa Conceitual de Aprendizagem
Cursista: Cláudia Clever Matias do Val
Formadora: Lourdes Misael


      Esta segunda etapa do curso oferecido pelo EPROINFO em Jaciara - MT, está sendo um arraso total. Estou super animada com os vários conhecimentos que está nos sendo oferecido um deles é esta maravilhosa ferramenta para ser utilizada em diversas situações, que é o programa CMap Tools.
       Abaixo segue o Mapa Conceitual feito para a avaliação da unidade 1 atividade 1.5 utilizando esta ferramenta, é super maneira!!!




segunda-feira, 12 de setembro de 2011

TECNOLOGIAS DA MINHA ESCOLA

Curso: Tecnologias na Educação – Ensinando e Aprendendo com as TICs

Tema: Unidade 1

Subtema: Atividade 1.4 – Tecnologia da minha escola

Cursista: Prof.ª Cláudia Clever Matias do Val

Formadora: Lourdes Misael



Atualmente, do ponto de vista quantitativo, a maioria das escolas possui uma grande variedade de equipamentos: computadores em diversos setores, sala de informática, data show, notebook, caixas amplificadas, microfones, mesas de som. Algumas também possuem filmadoras e câmeras digitais.
Apesar de todo esse maquinário, o uso dessas ferramentas nestas instituições ainda está longe do ideal. Geralmente, os alunos têm pouco acesso, restrito à utilização de alguns profissionais que atuam na escola.
Com relação ao laboratório de informática, o que vemos é a utilização dos computadores, em sua maioria, de forma não planejada e sem nenhuma vinculação com os conteúdos.
Outras vezes, vemos o laboratório de informática sendo utilizado como sala de aula ou depósito de materiais que não podem ficar em local de livre acesso.
Muitos professores afirmam que têm receio de utilizar a sala de informática, por acreditar que os alunos trazem uma enorme bagagem e dominam a utilização do computador. Em partes é verdade, mas as tecnologias, especificamente falando da informática, oferecem vários recursos pouco explorados nas escolas. O mundo contemporâneo que vivemos atualmente é um mundo tecnológico, e a educação não pode está à margem desta tecnologia.
Os professores devem ter em mente que o mais importante não é ensinar os alunos a utilizar os software, e sim ensinar os conteúdos através dos software.
Enfim, as tecnologias permitem que o ensino seja mais interessante aos alunos. E é justamente isso o que falta nas escolas.

Para visualizar este slids clik aqui

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento


Curso: Tecnologias na Educação – Ensinando e Aprendendo com as TICs
Biblioteca nº 01
Tema : Unidade 1
Subtema: Atividade 1.1 – Reflexões Iniciais
Cursista:Prof.ª Cláudia Clever Matias do Val1
Formadora: Lourdes Misael


Comentário sobre o texto de Juan Ignacio Pozo especialista em Psicologia da Aprendizagem e catedrático de Psicologia Básica na Universidade Autônoma de Madri (Espanha).



O autor inicia o texto com uma citação. “Vivemos em uma sociedade de aprendizagem, na qual aprender constitui uma exigência social crescente que conduz a um paradoxo: cada vez mais se aprende mais e cada vez mais se fracassa na tentativa de aprender.”
A sociedade deste início do século XXI caracteriza-se pela explosão da informação e da comunicação o que implica a necessidade de seleção, avaliação e processamento dessa informação para que se transforme em conhecimento válido e científico.
O acesso as informações está muito rápido, qualquer pessoa hoje consegue ter uma página na internet ou acessar a de outras pessoas, sem a necessidade de publicação. Mas com tanta informação, é preciso uma competência cognitiva, termo que o autor ressalta, em que as pessoas precisam adquirir para ter um olhar crítico, sobre tudo que é possível achar e ler, principalmente navegando na internet.
A educação aponta, nestes primórdios de um novo milênio, para a necessidade de um novo modelo de formação que supere as lacunas que se abriram com a mudança cultural impulsionada pela explosão da informação e pela ampliação dos canais de comunicação.
A internet e seus recursos abrem portas para uma renovação e diversificação de práticas pedagógicas, questionando professores sobre as suas concepções de ensino e de aprendizagem, já que a sala de aula deverá ser repensada em seus espaços de confinamento. Hoje, a questão da formação profissional não está ligada somente ao acesso ao conhecimento. Uma gama de informações se abre, de forma universal, para quem consegue ter acesso a um computador, que pode estar em casa, nas escolas, nas faculdades, no trabalho, nos shoppings, nas lan house ou em qualquer espaço onde alguém, público ou privado, colocou essa tecnologia.
A escola precisa formar um aluno que saiba dar sentido a tanta informação, e que eles adquiram capacidade de uma aprendizagem a uma assimilação crítica dessa informação. A aprendizagem deve ser internalizada não mais por repetição. O aluno hoje que decora, não interessa mais ao mercado de trabalho. Hoje, o mercado de trabalho busca um ser pensante, crítico... E isso só se constrói com muita leitura interpretativa, como o próprio autor diz: “um conhecimento verdadeiro, um saber ordenado”.
Para que isso aconteça de maneira concreta, o autor sugere o ensino das novas competências para a gestão do conhecimento. São elas: Competências para a aquisição de informação; Competências para a interpretação da informação; Competências para a análise da informação; Competências para a compreensão da informação; Competências para a comunicação da informação.
Mas para mudar a forma de aprender dos alunos é necessário orientar os professores para uso de tecnologias interativas dentro do seu fazer pedagógico e isso se torna urgente para prepará-los como leitores críticos e escritores conscientes das mídias que servem de suporte a essas tecnologias.
Esse será o novo desafio a ser enfrentados por nossos sistemas educacionais. Dessa maneira tanto saber, não fracassará mais ao se tentar aprender.

1Professora pedagoga, especialista em Psicopedagogia Clinica e Institucional, Mestranda em Psicologia educacional e social atraves do instituto INSET. Tutora Presencial da Universidade Luterana no Brasil (ULBRA) EAD Jaciara -MT.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

QUEM SOU COMO PROFESSORA E APRENDIZ?


Curso: Tecnologias na Educação – Ensinando e Aprendendo com as TICs
Biblioteca nº 01
Tema : Unidade 1
Subtema: Atividade 1.2 – Reflexões Iniciais
Cursista: Cláudia Clever Matias do Val
Formadora: Lourdes Misael

A sociedade passa por constantes transformações no decorrer da sua história. No contexto atual da globalização, vivemos um processo de revolução técnico científica, com a “redução de distâncias” devido às redes virtuais que interligam os diversos mundos e, ao mesmo tempo, causam a perda da identidade cultural de muitos povos.
Estas mudanças são resultantes das alterações que têm se estabelecido na sociedade contemporânea. Este cenário interfere no ambiente escolar exigindo constante atualização do professor, ou seja, a formação continuada. A atualização faz parte do processo de formação de qualquer profissional, mesmo que de forma paralela de pesquisas não formais. A formação continuada tornou-se assim exigência tanto nas instituições de ensino particulares quanto públicas.
Este cenário interfere no ambiente escolar e no processo ensino-aprendizagem exigindo constante atualização do professor, a formação continuada, para que ele consiga estabelecer relações no cotidiano escolar.
Como educadores o importante é acreditarmos no potencial de aprendizagem pessoal, na capacidade de evoluir, de integrar sempre novas experiências, ao mesmo tempo em que compreendemos e aceitamos nossos limites, nosso jeito de ser, a nossa história pessoal.
Quando penso em educação costumo pensar como é importante olharmo-nos como sujeitos e objetos também de aprendizagem. A atitude primeira ao perceber-me como aprendiz me torna atenta ao que acontece ao redor ficando sensível às informações do ambiente, dos outros. Preciso chegar junto ao aluno como professora ensinante e professora aprendente.
Ao mesmo tempo, que penso no aluno, também penso como aluna, além de adaptar-me ao outro, estou aprendendo junto, estou fazendo a ponte entre informação, conhecimento e sabedoria, entre teoria e prática, entre conhecimento adquirido e o novo. Com um olho vejo o aluno, como o outro me enxergo como aluno-professor.

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